sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Obrigado!

Hoje escrevemos não como candidatos a alguma função na ABP, mas sim como colegas agradecidos pelo apoio, estímulo e solidariedade.

Se havia dúvidas sobre a fragilidade do atual sistema eleitoral, elas foram resolvidas. Como é possível ter o apoio de centenas de associados e mesmo assim ser derrotado na votação da Assembléia de Delegados da ABP, em consonância com o Estatuto da Associação?

Simples. Seus votos não foram representativos da vontade dos associados.Isso nos força a uma reflexão. Escancara um entre tantos anacronismos presentes no Estatuto e que necessitam de revisão, cujo andamento terá que ser acompanhado de perto por todos.

A alternância de lideranças é um dos pilares da democracia. Torcemos para que a ABP continue acumulando conquistas e respeitabilidade, mantendo sua disposição para o diálogo técnico e sendo, cada vez mais, motivo de orgulho para seus associados.

terça-feira, 19 de outubro de 2010

Cartas na mesa

Todas as reuniões para eleição de Delegados para a Assembléia Geral da ABP marcada para dia 26 próximo já aconteceram. Em poucas houve alguma contestação, de modo que os participantes dessa Assembléia histórica estão definidos. Esperamos que eles representem de fato a opinião dos Associados de cada Federada.

Como recebemos centenas de mensagens de apoio e estímulo, em número crescente nas últimas semanas, estamos confiantes. Se vencermos a eleição, com a ajuda e participação de todos os interessados em uma ABP mais ágil e democrática, vamos colocar em prática nossos compromissos de campanha e nossas propostas.

Compromissos de Campanha:

1. Reforma do Estatuto, necessária para mudança do sistema eleitoral, entre outras questões relevantes e que precisam ser atualizadas;

2. Profissionalização da Editora ABP;

3. Manutenção do Congresso itinerante, com redução da taxa de inscrição para os associados, revisão da partilha do se resultado financeiro e auditoria externa/acompanhamento pelo Conselho Fiscal das contas da(s) federada(s) que receberem o repasse.

4. Criação de Comissão para avaliar as Residências Médicas e Cursos de Especialização;

5. Defesa de rede integrada de assistência ao paciente com transtorno mental, da qual fazem parte hospital psiquiátrico, CAPS, unidades psiquiátricas em hospital geral, residências terapêuticas e unidades de emergência, mas que deve ser centralizada no ambulatório especializado.

No nosso entender, são questões básicas que se apresentam como o desafio a ser superado para que a ABP siga crescendo e tendo influência nos rumos da prática psiquiátrica no Brasil. Assim sendo, quem quer que esteja à frente da ABP nas próximas gestões terá que enfrentá-los.


terça-feira, 5 de outubro de 2010

Prestação de Contas

Apresentamos aqui a prestação da contas da campanha eleitoral de nossa chapa "ABP de Todos os Psiquiatras: Democracia e Trabalho", cobrindo o período de abril a setembro/2010. Esperamos dessa forma contribuir para total transparência do processo eleitoral.


Impressos -------------------------------------------------- - R$ 400,00
Correios ---------------------------------------------------- - R$ 350,00
Mail Marketing --------------------------------------------- - R$ 1.060,00
UOL Host (site) ---------------------------------------------- - R$ 140,00
Bilhetes aéreos ------------------------------------ - R$ 5.105,00 + 30.000 pontos
Locação de sala e equipamentos (Ibis Congonhas) ---------- R$ 674,00
Diária de Hotel --------------------------------------------- - R$ 89,00
Refeições --------------------------------------------------- R$ 334,00
Táxi ------------------------------------------------------- R$ 300,00
Ônibus (Ribeirão-SP) --------------------------------------- R$ 117,00

TOTAL ---------------------------------------------------- R$ 8.569,00
Observações:
1. Os centavos foram arredondados;
2. Os bilhetes aéreos dizem respeito ao deslocamento dos candidatos para a reunião presencial da chapa. Foi dessa mesma reunião o gasto com locação de sala e equipamentos.

Todos os gastos, sem exceção, foram cobertos pelos candidatos a Diretoria Executiva.

Como o Talvane, nosso candidato a Vice-presidente, costuma dizer, é uma campanha pobre de recursos, até porque sem subsídio algum, mas rica em conteúdo (compromissos de campanha, propostas concretas, metas, seriedade, honestidade e legítimo comprometimento com a vida associativa).

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

A "Eleição das Procurações"

O que deveria ser um marco na história da ABP corre o risco de tornar-se uma nódoa.

Esta parece ser a "Eleição das Procurações". Em Florianópolis, São Paulo (APM) e Rio (APERJ) houve abuso de procurações para votar. O que dizer de eleições em que o número de votantes por procuração era maior do que o de presentes na reunião? Colegas com 15, 20 e mesmo 30 procurações!

E quem passou essas procurações? Como elas foram obtidas? As pessoas foram devidamente informadas do que se faria com elas? Não temos resposta para as duas últimas perguntas, mas, pelo menos na APM, a maioria dos que passaram procurações é de ilustres desconhecidos; colegas pouco ligados à vida associativa.

Além disso, muitas das procurações sequer tinham firma reconhecida. É isso uma eleição democrática? Ou apenas uma manobra para tomar o poder sem a menor consideração com o que pensa a maior parte dos associados?

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Posicionamento da ABP sobre o Processo Eleitoral

A ABP enviou hoje uma newsletter para seus associados, na qual faz considerações e um alerta sobre os riscos envolvidos em uma eleição. Veja abaixo a reprodução na íntegra do texto.

O processo eleitoral deve significar avanço e não retrocesso

Em outubro, na véspera do Congresso Brasileiro de Psiquiatria, acontecerão as eleições para escolha da nova diretoria, dos secretários regionais e dos membros do Conselho Fiscal da ABP. Está em curso a campanha eleitoral dos grupos que pretendem estar à frente da instituição nos próximos anos. A atual diretoria se manteve, até o momento, afastada da discussão.

Tal postura de distanciamento, lamentavelmente, não é mais possível. É dever da diretoria interferir quando percebe qualquer risco ao patrimônio e aos valores da ABP. O período eleitoral não pode servir como palco para propagação de calúnias e difamações, colocando em risco conquistas da instituição. Isto é intolerável!

Ataques ao CBP, ao fato de englobar no seu programa diferentes tendências e correntes de pensamento, ou que é dominado pela indústria farmacêutica, só podem ser feitos por quem não conhece o cuidado que se tem com conteúdo e independência da programação científica. Ou, pior ainda, por quem prega patrulhamento e obscurantismo. As críticas, muitas protegidas pela informalidade da internet, são feitas sem embasamento técnico ou propostas objetivas para melhorias. Está claro que servem apenas ao calendário eleitoral e as pessoas por trás delas não avaliam o prejuízo permanente e coletivo que isso pode causar.

Outra distorção desse processo é a utilização de jornadas regionais e locais como ferramentas de campanha eleitoral. É um desrespeito com os associados que confiam que essas atividades visam apenas seu desenvolvimento profissional e apoio à formação. Além disso, pode significar uso indevido de recursos destinados a eventos científicos.

O processo eleitoral pode ser um meio de evolução da ABP se conduzido de maneira madura e responsável. Principalmente, deve servir ao crescimento da instituição, respeitando o princípio de que o coletivo é mais importante que o individual. E, dentro desses limites, os associados esperam propostas de trabalho, discussão técnica e, sobretudo honestidade.

Não é papel da diretoria intervir para corrigir essas distorções, mas sim alertar. Neste momento em que, coincidentemente, também passamos por eleições no Brasil é fundamental cuidar para que os vícios observados na política tradicional não invadam a ABP. E lembrar que aqueles que utilizam meios questionáveis para chegar ao poder não têm capacidade nem intenção de exercê-lo dignamente.

João Alberto Carvalho
Presidente da Associação Brasileira de Psiquiatria

domingo, 19 de setembro de 2010

Apoio de João Alberto Carvalho

Dizem que declarações elogiosas de Amigos não contam, mas a de João Alberto Carvalho, Amigo-irmão, tem um grande valor, principalmente pelos conceitos e posições que tem sobre a ABP, que nós da chapa "ABP de Todos os Psiquiatras: Democracia e Trabalho" compartilhamos.

Caro Hetem,

Veja abaixo. Estou lhe enviando uma carta de apoio à sua candidatura, como associado da ABP que sou. Sinta-se à vontade para divulgar minha mensagem se for útil.

Um abraço forte,

João


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Como os homens, as instituições têm nome e história a zelar

Estou há muitos anos participando ativamente de atividades institucionais da ABP. Integrei diretorias da Sociedade Pernambucana de Psiquiatria e da ABP, esses últimos três anos como presidente da nossa associação, e também atuei no CRM de Pernambuco. A partir de novembro vou deixar as atribuições oficiais como representante dos médicos em geral e psiquiatras em particular e me dedicar exclusivamente ao consultório e à universidade, funções das quais já me ocupava, é importante ressaltar, antes de me dedicar aos cargos representativos. Deste período levo a satisfação do dever cumprido, a certeza de que fiz tudo o que esteve ao meu alcance para honrar a confiança oferecida pelos colegas e as boas amizades adquiridas e reforçadas.

Apesar disso, me sinto responsável pelos rumos da ABP nos próximos anos. E, após tantas conquistas, me sinto confiante de que os associados não permitirão que nossa associação se desvie do bom caminho.

Com mais de 40 anos, a ABP se tornou uma instituição importante, em tamanho, representatividade e respeitabilidade. Estruturalmente, ano após ano, conseguimos agregar mais benefícios aos associados e institucionalmente, hoje, somos relevantes. Tudo isso com a mais completa transparência nas atitudes e na aplicação dos recursos e intensa colaboração com as lideranças regionais.

Atingir esse estágio não foi fácil, dadas as mais variadas limitações. Os colegas que dirigem núcleos e federadas sabem bem do que estou falando.

As sucessivas diretorias da ABP, no entanto, souberam atenuar as dificuldades com afinco e competência e todas completaram seu exercício entregando aos sucessores uma associação melhor do que a encontraram. Cada uma ao seu estilo e com posições próprias trabalharam sempre em favor da psiquiatria.

É verdade que aconteceram divisões, divergências entre grupos e conflitos de opiniões, como é natural e saudável em um ambiente democrático. Apesar disso todos sempre estiveram unidos no respeito incondicional ao princípio fundamental da ABP: Defender os psiquiatras e os pacientes e promover a psiquiatria e a ciência com ética e honestidade. A instituição sempre a serviço dos associados e não de interesses pessoais.

Por conta dessa postura ética inflexível, mesmo quando nossas opiniões foram contestadas, em nenhum momento a integridade dos nossos propósitos foi alvo de dúvidas. Nossos interlocutores sempre souberam que as conversas com a ABP se dão às claras e que não existe espaço para negociatas dentro da associação. Nem mesmo comentários levianos encontram ambiente para prosperar. E, tenham certeza, caso tivéssemos qualquer fragilidade nesse sentido, nossos adversários já teriam nos desqualificado do debate.

Sem desmerecer a competência e o esforço de todos aqueles que, como eu, emprestaram parte do seu tempo na construção dessa instituição, o sucesso da ABP se deve principalmente aos valores pregados por seus associados e seguidos pelos seus diretores. Grandes empreendimentos não prosperam sem credibilidade.

Como os homens, as instituições têm um nome e uma história a zelar. A preservação dos nossos valores deve ser o norte principal das eleições de outubro.

Diante disso, posso garantir a todos que pelo caráter, competência e comprometimento, Luiz Alberto Hetem é a pessoa mais indicada para estar à frente da ABP nos próximos três anos. Tenho certeza que, com os colegas que escolheu para compor sua diretoria, vai proporcionar significativos avanços institucionais. Mas, principalmente, vai preservar o respeito que adquirimos nesses mais de 40 anos.

João Alberto Carvalho




quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Congresso Brasileiro de Psiquiatria

O Congresso Brasileiro de Psiquiatria é o terceiro maior evento da especialidade. À frente dele somente o da Associação Psiquiátrica Americana e o da Associação Mundial. Diferentemente do que alguns querem fazer crer, é um congresso eminentemente médico - nas últimas edições 85% dos participantes são médicos, sendo mais de 80% psiquiatras.

Ele é itinerante, sendo que o número de cidades capacitadas a recebê-lo é cada vez menor em virtude das proporções que atingiu. A média de público nos últimos anos é de 5000 inscritos.

Seu programa científico é montado com base nas sugestões dos associados, às custas de trabalho enorme e dedicado da Comissão Científica, completamente independente da Diretoria da ABP. Repetidamente os questionários de avaliação preenchidos pelos congressistas revelam elevado índice de satisfação.

A orientação pluralista contribuiu para o crescimento do CBP. A função de um congresso científico é promover o debate, o que exige a apresentação de várias idéias, mesmo que conflitantes. Preocupa-nos a ocorrência de manifestações, travestidas de “clamor pela democracia”, questionando o CBP por ele ser muito...democrático.

Os indicativos de sucesso, entretanto, não permitem acomodação. Alguns dilemas e problemas persistem. Por exemplo:

Continuar ou não a alternância de cidades-sede?

O que poderia ser feito para valorizar nosso associado? Não há evento científico deste porte que não seja custeado em parte por taxas de inscrição. Na maioria inclusive os valores são maiores que os do CBP.

Como fazer para que o resultado financeiro do congresso beneficie mais federadas? Esse é um desafio que teremos que enfrentar. Atualmente, por decisão da Assembléia de Delegados, a(s) federada(s) sede fica(m) com 30% do lucro do evento e depois do repasse não se tem mais controle ou auditoria do que é feito com o dinheiro.

Propomos: congresso itinerante, em cidades que tenham condições de recebê-lo, redução da taxa de inscrição para os associados da ABP, revisão da partilha do resultado financeiro do CBP com redimensionamento da sua distribuição em benefício de maior número de federadas e auditoria externa/acompanhamento pelo Conselho Fiscal das contas da(s) federada(s) que receberam o repasse.

Defendemos e praticamos uma campanha eleitoral calcada em discussão de idéias e divulgação ampla de propostas realistas, exeqüíveis, que permitam a continuidade do crescimento e do fortalecimento da ABP. Só assim é possível uma ABP de Todos os Psiquiatras.

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Mensagens de Apoio II

A lista de apoiadores da chapa "ABP de Todos os Psiquiatras: Democracia e Trabalho" não pára de crescer!

Isso é motivo de satisfação, mas temos consciência de que só faz aumentar nossa responsabilidade à frente da ABP.

Seguem mais alguns depoimentos:

Vários membros da ABP já disseram os importantes pontos da proposta desta chapa, somadas às caracteristicas éticas profissionais e pessoais de vocês.
Acrescento ao que já foi dito a importância de continuarmos a ter uma ABP livre, que continue a apresentar e a desenvolver em seus congressos as diversidades do pensamento da psiquiatria contemporânea, sem patrulhamentos ideológicos e/ou fundamentalismos com suas "verdades" únicas. Sabemos que estes são expressões do alto grau de autoritarismo e despreparo daqueles que querem impô-lo.
Apoio o trabalho que é proposto por esta chapa e espero poder continuar contribuindo com a ABP.
(José T. Thomé - São Paulo)


Quero, publicamente, prestar meu apoio à sua candidatura.A composição de sua chapa está de acordo quanto à efetividade e justeza do trabalho que você vem desenvolvendo na ABP, pois os nomes são impecáveis. Em todos os sentidos, mas principalmente pela decência no trato com o outro. Seu programa compactua com sua atividade, disposição e capacitação. Seu currículo profissional, cientifico e pessoal não deixa nenhuma margem de dúvida quanto ao que você pode, sim, trabalhar democrática e éticamente pela psiquiatria e pelo psiquiatra, pelo político e pelo científico.
(Geraldo F do Amaral - Goiânia)

O Nucleo do Acre se reuniu e decidimos reiterar unanimamente seu nome para nosso
presidente no exercício 2010-2013, como já o fizemos em março deste ano.

(Josée Joaquim Carvalho - Rio Branco)

Concordo plenamente com a Sandra (Ver post "Mensagens de apoio I"), e não poderia ser diferente. Esperamos contar com sua liderança e seu trabalho nesse sentido. Com a permissão de Sandra assino em baixo.
(Jane Lemos – Recife)

Acompanho o crescimento e amadurecimento da ABP por mais de 30 anos.
Por alguns anos representei a minha federada - SBPRJ junto a ABP
e pude também acompanhar sua trajetória , crescimento e amadurecimento político.
Conte sempre com meu apoio.

(Maria Cristina Amendoeira - Rio de Janeiro)


A ABP merece sua candidatura e se beneficiara imensamente de sua gestão. Acompanho sua carreira clinica e associativa ha muitos anos e minha admiração só faz crescer. Voce tem todo o meu apoio e espero poder continuar contribuindo para a ABP ainda que a distância.
(Saulo Castel - Toronto)


Voce tem todo o nosso apoio e estamos trabalhando neste sentido, tanto publicamente como no corpo a corpo.
(Rodrigo Bressan – SP)


Quero felicitá-lo pela excelente composição da chapa, que valoriza ainda mais sua candidatura. Vamos à luta.
(Othon Bastos - Recife)


Eu posso testemunhar o quanto você apoiou as iniciativas da Comissão de Residência da qual até hoje faço parte e o entusiasmo com que você e os membros da Diretoria da ABP comemoraram a aprovação junto à CNRM para o terceiro ano de residência de Psiquiatria (UMA DAS GRANDES CONTRIBUIÇÔES QUE A ABP PRESTOU À COMUNIDADE E À MEDICINA BRASILEIRA). A nossa ABP precisa mudar, como as demais Especialidades Médicas. Até mesmo no processo eleitoral. Mas todos sabem que para isso é necessário também a reforma do Estatuto. Você tem participado ativamente da experiência de transformação que a nossa ABP tem passado. Conhece bem todas as dificuldades pelas quais passa a Especialidade e todo o funcionamento institucional. Por isso o meu apoio e confiante de que a ABP vai continuar a crescer de forma sustentável no ritmo que a nossa Especialidade merece. Em breve, seremos considerados uma das “grandes áreas da medicina”.
(Ibiracy Camargo - Ribeirão Preto)


Reafirmo que você pode contar com o meu apoio. Penso que você e seus diretores são os que têm plenas condições de fazer uma gestão competente e equilibrada.
(Mauro Aranha -São Paulo)


Sabemos de sua honorabilidade pessoal, da solidez de sua formação psiquiátrica, de sua conduta ética e dedicação desinteressada por nossa Associação. O futuro da ABP está em jogo. Sejamos participantes ativos dessa decisão.
(Marco Antonio Brasil - Rio de Janeiro)


Sempre acreditei no seu trabalho desde os tempos que voce iniciou sua carreira da diretoria da ABP. Acho que este é o seu momento e voce tem todas as condições de realizar uma excelente Presidência.
(Beny Lafer – São Paulo)


Gostaria de manifestar meu apoio à tua candidatura pela tua biografia e trajetória junto à ABP bem como pela tua postura ética, dinâmica e aberta ao diálogo em todas as oportunidades em que tive o privilégio de trilhar caminhos comuns.
(Marcelo Fleck - Porto Alegre)


Parabéns pela excelente composiçáo da chapa para a diretoria da ABP. Favor transmitir a todos os colegas as saudaçoes do Paraná. A Psiquiatria do Brasil ganhará muito com o trabalho e a dedicaçáo de todo voces. Contem com o amplo e total apoio da Sociedade Paranaense de Psiquiatria para as eleiçóes e durante a gestão.
(Marco Bessa - Curitiba)


















quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Mensagens de Apoio I

Temos recebido dezenas de mensagens de apoio em resposta às nossas postagens e ao envio da Newsletter da Chapa "ABP de Todos os Psiquiatras: Democracia e Trabalho".

A seguir destacamos algumas:

O Centro de Estudos Paulista de Psiquiatria (CEPP - Unifesp) decidiu pelo apoio em bloco à sua candidatura, embora tendo o Prof. Dr. Itiro na diretoria da outra chapa. Entendemos que a sua é a que melhor representa o caminho firme na construção de uma Associação democrática e representativa da comunidade psiquiátrica brasileira.
(Prof. Dr. Sergio Baxter Andreoli - São Paulo)

Estou feliz com o apoio que você tem obtido.
Felicidades e sucesso.
(Marcos Ferraz - São Paulo)

Conhecendo de longa data o trabalho de todos vocês, e seu profundo e integral comprometimento com a ABP em sucessivos níveis de atividades e realizações, que representam uma visão associativa que tem feito da ABP uma entidade de reconhecido sucesso e qualificação no cenário nacional e no internacional, venho expressar meu apoio às suas propostas e planos para desenvolver ainda mais a Psiquiatria brasileira.
(Cláudio Eizirik - Porto Alegre)

Foi motivo de grata satisfação para todos nós aqui do Piauí a sua candidatura pela chapa “ABP de Todos os Psiquiatras: Democracia e Trabalho”. Especialmente para mim, que tive a rara oportunidade de participar como um dos componentes do Conselho Fiscal, na ocasião em que você era Tesoureiro da ABP. Pude testemunhar, juntamente com os outros dois componentes, Miguel Adad e Ivan Moura Fé, a seriedade com que você se empenhava em tornar bem clara e compreensível a prestação de contas da ABP. Além disso, impressionou-me positivamente a sua humildade em acatar algumas sugestões eventuais.
(Alexandre Nogueira – Teresina)

Quero ressaltar os pontos que me fazem ter empenhado apoio à chapa desde a primeira hora:1) A irretocável ética, sem fogos de artfício, apenas cotidiana como deve ser. 2) A consciência de que assumir a presidência de uma entidade da importância da ABP exige uma preparação que tem seu tempo e dedicação. Isso não pode ser confundido como continuísmo. É a continuidade de um processo lento, trabalhoso e que tem mostrado resultados para quem quiser ou puder ver.
(Luiz Fernando Chazan - Rio de Janeiro)

Luiz Alberto, você é unanimidade em nossa federada (SMCC - Campinas). Pode contar comigo. Confio muito em você e gostei demais desse esforço para termos melhor psiquiatria nos Ambulatórios Médicos Especializados.
(Neury Botega - Campinas)

Já lhe falei em mais de uma ocasião mas ratifico aqui o meu apoio à sua candidatura com uma chapa formada com colegas da melhor categoria e dedicados às coisas da ABP. Particularmente, conheço sua trabalho e atenção para com nossa Associação maior.
(Antonio Peregrino - Recife)

Quero externar à todos o meu apoio irrestrito à chapa encabeçada pelo Hetem por acreditar na Ética e na Seriedade. Não podemos trocar um programa consistente e democrático para embarcar na Nave dos Insensatos.
(Geraldo Melonio - São Luis)

Parabéns pela brilhante composição! Contem com o meu apoio explícito
(Gislene Valadares - Belo Horizonte)

Seriedade, honestidade, transparência, humildade, preocupação e empenho são sua marca registrada. Sem sombra de dúvida isto o habilita a nos representar e presidir nossa Associação. Bom saber que pessoas como voce dispõem de seu precioso tempo para dedicar à defesa dos interesses de toda nossa categoria.
(Blandina Belli Vieira - Florianópolis)


Obrigado pelo apoio e incentivo. É estimulante saber que tantos colegas confiam em nós e reconhecem nosso trabalho pela Associação. Reiteramos aqui nossa intenção de fazermos o máximo possível pelo desenvolvimento contínuo e seguro da ABP.










sábado, 4 de setembro de 2010

CAPS III

O CAPS III está previsto em municípios com mais de 200 mil habitantes. Funciona 24 horas por dia e, além das atribuições do CAPS II, oferece acolhimento noturno contínuo, com até 5 leitos para repouso e/ou observação por tempo máximo de 7 dias corridos ou 10 intercalados.

Para o período de "acolhimento" noturno, a equipe é de três técnicos/auxiliares de enfermagem, sob supervisão do enfermeiro do serviço, e de um profissional de nível médio da área de apoio.

Ora, se as pessoas acolhidas não precisam de retaguarda psiquiátrica por que não ficar em pensões ou albergues? E se são pacientes com transtornos mentais como dispensar o psiquiatra durante o período noturno?

Defendemos a extinção dos CAPS III, a transformação dos já existentes em CAPS II e que a assistência aos pacientes no período da noite se dê em unidades hospitalares com psiquiatras e devida infraestrutura para o atendimento.

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Transparência desde já!

Muitos colegas simpatizantes das propostas de nossa Chapa têm nos questionado sobre a campanha tímida, sem grandes recursos tecnológicos. Dizem que vão votar em nós, que nos apoiam, que participarão das reuniões para eleição de delegados ou mesmo que serão delegados, mas comentam que a chapa "ABP de Todos os Psiquiatras: Democracia e Trabalho" precisa de mais visibilidade.

Enfatizam que propostas tão bem fundamentadas e sérias deveriam ser divulgadas de modo mais abrangente.

Ocorre que o Regimento da ABP é claro. Textualmente, no seu artigo 133, diz: "A campanha eleitoral deverá realizar-se às expensas dos candidatos e primar pela divulgação de idéias e programas, vedado o recurso a expedientes depreciatórios do nome ou da imagem dos concorrentes."

Esse artigo contém ainda um parágrafo único: "É defeso à chapa ou candidato, sob pena de inelegibilidade, aceitar patrocínio para o custeio da respectiva campanha eleitoral."

Ou seja, há limitações financeiras para uma maior divulgação em virtude dessa restrição regimental. Porém, dentro de nosso orçamento, procuramos soluções para a aproximação necessária com os associados da ABP. As providências tomadas serão percebidas em curto espaço de tempo.

Assumimos desde já o compromisso de apresentar aos associados as contas referentes aos gastos de campanha. Transparência não é para daqui a pouco. É desde já.

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Cartas na mesa

Finalmente foi revelada a composição da outra chapa que disputará a eleição para a Diretoria Executiva da ABP em outubro. Com certo atraso, os colegas poderão exercitar seu direito democrático de comparar propostas e biografias para definir quem, em sua opinião, vai representar de maneira mais confiável seus interesses e convicções.

Agora os candidatos têm nome e sobrenome, histórico pessoal, de atuação pela ABP e pela psiquiatria nacional e são conhecidos de todos.

Com as informações na mesa, portanto, é o momento de se definir e de se manifestar. Os associados realmente interessados no bom rumo da ABP devem se envolver ativamente da escolha de delegados e no processo de sucessão da Diretoria.

Não participar pode privilegiar interesses estranhos à psiquiatria e a disseminação de práticas políticas condenáveis. É o futuro da Associação que está em jogo.

quarta-feira, 28 de julho de 2010

Respeito é bom e eu gosto!

Os resultados da primeira enquete (ver Post "Enquete 1") é muito claro: para 88% dos participantes os principais problemas enfrentados pelos psiquiatras atualmente são as más condições de trabalho (no setor público e nos convênios) e o desrespeito à sua prática nas políticas públicas. Ambos têm a ver com a depreciação da nossa prática em diversos ambientes e instâncias.

A prática psiquiátrica atual tem peculiaridades que a tornam até insalubre. Dificuldade para marcação de consultas em intervalos apropriados para o seguimento dos pacientes, restrições para solicitação de exames complementares, tensões envolvendo profissionais de outras áreas, baixa remuneração, ausência de rede assistencial e limitação de opções terapêuticas, dentre outras.

Nas políticas públicas de saúde mental, então, é ainda mais patente e explícito a falta de consideração. Em outros países em que também houve o movimento de reforma da assistência psiquiátrica é inconcebível a ausência do médico especialista nas discussões.

O Conselho Nacional de Saúde transformou-se numa grande assembléia na qual prevalece a vontade dos "representantes de movimentos sociais", maioria absoluta, independente da análise técnica das proposições. Daí o tom e as resoluções da IV Conferência Nacional de Saúde Mental, organizada e conduzida por Comissão aprovada pela CNS. Deu no que deu! (Ver post "Termina a IV Conferência de Saúde Mental")

Nós psiquiatras temos a dizer, detemos conhecimento técnico que nos é privativo e podemos colaborar, desde que seriedade e respeito pautem a discussão. Já que o contato com o executivo é difícil, a saída parece ser o contato com congressistas, buscando a concretização de nossas propostas por meio de lei.



sexta-feira, 23 de julho de 2010

Processo transparente

Desde que apresentamos nossa chapa para concorrer à Diretoria da ABP e abrimos este espaço de discussão percebemos que, como nós, muitos colegas pensam que chegou o momento de avaliar o atual processo eleitoral. Já nos posicionamos claramente a esse respeito (Ver Post "Eleições Diretas?"). Caso sejamos eleitos, vamos estimular o debate sobre este e outros temas relacionados.

Mudanças, no entanto, dependem de revisão do Estatuto e Regimento. Estamos dispostos, se eleitos, a promover essa revisão. Mesmo respeitando-se os regulamentos vigentes podemos (os envolvidos e interessados nesse processo) oferecer alguns avanços imediatamente. Basta vontade e responsabilidade.

Segundo o Regimento da ABP, a inscrição das chapas completas para Diretoria deve ser feita até 15 dias antes da Assembléia Geral de Delegados. É um período muito curto para que os colegas avaliem as propostas e o perfil dos postulantes aos cargos. A verdadeira democracia se exerce à custa do debate de idéias e diferenças que refina e aperfeiçoa as ações. Mas, para isso, transparência é absolutamente necessária.

Por isso nos antecipamos e lançamos nossa candidatura em abril de 2010. Apresentamo-nos para discutir, ouvir as sugestões e críticas dos associados à nossa proposta de trabalho e sermos questionados. Acreditamos com isso colaborar para o aperfeiçoamento do processo eleitoral sem ferir as normas da Associação.

É importante que aqueles que legitimamente desejam disputar essa eleição se apresentem. Isso é fundamental para que os colegas tenham subsídios para definir um voto consciente a favor da psiquiatria, dos psiquiatras e, portanto, dos pacientes.

Não existe democracia sem informação.

Enquete 1 encerrada

Encerramos a primeira enquete do blog. O resultado foi o seguinte:

Qual o principal problema enfrentado pelos psiquiatras atualmente?

52% - Más condições de trabalho (no setor público e nos convênios)

36% - Desrespeito à sua prática nas políticas públicas

5% - Estigma

5% - Dificuldades para se manter atualizado

Agradecemos aos 140 colegas que participaram. Nos próximos dias publicaremos uma análise desses resultados. Depois, nova enquete será colocada no ar.

quinta-feira, 15 de julho de 2010

Enquete 1

Publicamos hoje a primeira enquete do blog. Essa nova ferramenta vai possibilitar comunicação mais abrangente, direta e aberta com os colegas.

Nesse nosso espaço, além de apresentar as propostas da chapa "ABP de Todos os Psiquiatras: Democracia e Trabalho", queremos conhecer as aspirações dos psiquiatras. Elas serão levadas em conta na formulação de ações que vão ao seu encontro.

Nos próximos meses vamos propor outras questões para discussão. Para participar veja a pergunta à direita e escolha a resposta. Também não hesite em sugerir temas.

sexta-feira, 9 de julho de 2010

Chalub aceita o convite para Secretário Regional Sudeste

Miguel Chalub, cujo nome dispensa apresentações por ser conhecido e respeitado em todo Brasil, não só no meio psiquiátrico, aceitou o convite para candidatar-se a Secretário Regional Sudeste pela chapa "ABP de Todos os Psiquiatras: Democracia e Trabalho". Tal fato é mais uma demonstração da seriedade do nosso grupo.

Radicado no Rio de Janeiro, é Professor Adjunto da Universidade do Estado do Rio de Janeiro e Médico da Hospital de Custódia e Tratamento Psiquiátrico do Estado do Rio de Janeiro, atuando principalmente nas áreas de Psiquiatria, Psiquiatria legal e Psiquiatria criminal.

É uma honra tê-lo como colaborador ativo. Sua experiência, cultura humanística e competência serão de extrema valia na condução da ABP nos próximos anos.

quarta-feira, 7 de julho de 2010

Termina a IV Conferência Nacional de Saúde Mental

Um final previsível. O circo foi armado, com script pronto e os principais “atores” estavam muito bem ensaiados. Os coadjuvantes serviram apenas para referendar e dar credibilidade às propostas aprovadas. Foi uma armação perversa: para participar, as regras são essas. Se não estiver presente, não tem direito a reclamação.

E ainda tivemos que escutar do Ministro Temporão, calados, sob risco de “vestir a carapuça”, que o avanço da reforma se deu apesar dos que a queriam “estancar”. Evidente que se referia a nós, psiquiatras.

A aprovação unânime de que a Lei 10.216/2001 não deve sofrer modificações é animadora na medida em que permite a continuidade da cobrança para sua implantação de fato.

Os psiquiatras continuam desvalorizados no esquema de assistência aos pacientes com transtornos mentais montado pela Coordenadoria de Saúde Mental do Ministério da Saúde. Os recursos continuarão sendo pulverizados em ações de "reabilitação social" e não investidos com base nas necessidades prioritárias dos pacientes e na efetividade dos recursos terapêuticos, critérios que inevitavelmente incluem a prática psiquiátrica.

A tão falada proposta de grupos de ajuda mútua, sem uma definição do que são exatamente nem de como serão desenvolvidos, mais uma vez escamoteia o psiquiatra.

Vamos continuar vendo a expansão da rede de CAPS, apesar das falhas e deficiências deste serviço – vide publicação recente do CREMESP. Insiste-se que esse dispositivo dá conta das necessidades diversas dos pacientes com transtornos mentais.

Pouco se falou sobre as unidades psiquiátricas em hospital geral, alternativa terapêutica mais indicada para o atendimento de pacientes com problemas agudos relacionados ao uso de substâncias, cujo número aumenta exponencialmente. Não há como comparar a assistência possível em um CAPS III, aberração imposta pelos ideólogos do sistema, ao que se deveria ser feito de acordo com os padrões da boa prática clínica.

Como o relatório final da Conferência deverá balizar as novas ações da Política Nacional de Saúde Mental temos uma prévia do que está por vir. É lamentável que não esteja nos planos do Governo a implantação de rede completa de serviços para assistência dos pacientes com transtornos mentais. Mais um vez, eles serão os mais prejudicados.

segunda-feira, 5 de julho de 2010

A formação de psiquiatras no Pará: situação e perspectivas

A saúde e a doença mental desafiam permanentemente os médicos psiquiatras, exigindo sólida formação na área médica e na compreensão dos problemas humanos, códigos culturais e determinantes sócio-econômicos.

No Pará, a única Residência Médica em Psiquiatria está na Fundação Pública Estadual Hospital de Clínicas Gaspar Vianna (FHCGV), na cidade de Belém. Iniciada em 2003, está em fase de ampliação planejada a fim de dar conta de formar novos especialistas para atuarem no Pará, na região amazônica e nos estados vizinhos. Conta com quatro vagas anuais, e se organiza para oferecer cinco vagas com o apoio do Programa de Formação de Especialistas do Ministério da Saúde e Ministério da Educação (Pró-Residência Médica).

A Psiquiatria no Pará tem três grandes desafios para os próximos anos:
1. Ampliação da Residência Médica da FHCGV, contemplada com bolsas federais.
2. Criar novos serviços terapêuticos integrados à rede de saúde mental pública e privada no Pará e região.
3. Incentivar a formação continuada com ênfase para os mestrados e doutorados visando maior capacitação e condições de habilitação para criação e captação de programas e recursos para a área.

O intercâmbio e a troca de experiências entre os seus estados e com estados de outras regiões é muito importante para a Psiquiatria na região norte do país. A Residência em Psiquiatria do Hospital Psiquiátrico Eduardo Ribeiro, em Manaus, também foi contemplada com bolsas federais para a formação de psiquiatras. Em conjunto com a Residência Médica da FHCGV, ambas têm papel fundamental na difusão da boa prática psiquiátrica.

Finalmente, a iniciativa da ABP/UFRGS de desenvolver curso de extensão em psiquiatria em Rio Branco (AC) sem dúvida é inovadora e muito bem-vinda.

Benedito Paulo Bezerra

sexta-feira, 2 de julho de 2010

Nordeste mantém tradição

Durante a Jornada Nordeste de Psiquiatria, em Teresina, como tem sido feito habitualmente por ocasião das eleições para a Diretoria, as Federadas da região referendaram um dos nomes indicados para a Secretaria Regional.

O escolhido foi Alexandre Nogueira, de Teresina. Colega experiente, estimado e admirado por todos, bastante atuante na vida associativa e liderança incansável na defesa do psiquiatra na região Nordeste, sem dúvida será um reforço e tanto para o nosso grupo.

Aproveitamos para agradecer o voto de confiança e as sugestões dos nossos colegas nordestinos para aprimoramento e detalhamento da proposta de trabalho para a próxima gestão. O apoio maciço das Federadas só faz aumentar nossa responsabilidade.

Foi enfatizada a importância dos Secretários Regionais na intermediação entre Diretoria Executiva e Federadas. Alexandre se mostrou disposto e preparado para essa função na região Nordeste.